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Presidência da Republica
Legislação ·
há 54 anos
LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973
Institui o Código de Processo Civil ....
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Ivanil Agostinho
Comentário ·
há 11 anos
Os pobres vão à praia! A Seletividade emplacada pela Polícia do Rio de janeiro nas praias cariocas!
Adilson Gomes
·
há 11 anos
Vamos lá, Adilson.
Já que passou 7 anos, morando no estado do RJ (Rio, Baixada Fluminense e Niterói [cidade onde moro]), me responde uma coisa: você andava bem à vontade à noite, no carro com vidros abertos ou no ônibus sem nenhuma preocupação? Já foi assaltado ou conheceu alguém que foi assaltado no RJ?
Continuando...
Você alega que "nunca quis abordar a questão entre pobres e ricos, brancos, negros ou pardos".
Então releia o que você mesmo escreveu:
"Do grupo que havia sido retirado de um ônibus que chegava a Copacabana, só um rapaz era branco. Os outros 14 tinham o mesmo perfil: negros e pobres."
Por que enfatizar que "apenas um era branco"? Se estavam cometendo algum delito, importa se eram brancos ou negros? Todos não são iguais perante a lei?
Isso não é ser tendencioso?
Você também disse que "a polícia está privando de liberdade esses adolescentes que não cometeram qualquer ato infracional".
Eu pergunto: com base em quê, você afirma que os adolescentes não cometeram qualquer ato infracional? Você estava lá? Acompanhou a abordagem policial?
Sou branco e, quando mais jovem, já fui abordado, e revistado dos pés à cabeça numa blitz da polícia civil dentro de um ônibus. Será que eles foram racistas ou seletivos? Eles violaram os meus direitos por, simplesmente, me revistarem?
Isso sem contar as vezes que já fui abordado em blitz de trânsito.
Menos vitimismo, menos coitadismo, por favor!
E pra encerrar, cito outro trecho do seu artigo:
"O então governador na época, Leonel Brizola, criara várias linhas de ônibus na periferia da cidade, fazendo a ligação entre morros e favelas e as praias da zona sul carioca."
Amigo, o governador esquerdista Leonel Brizola é um dos grandes responsáveis pelo caos da segurança pública em meu estado. Quando assumiu o governo, ele adotou uma política que inibia a polícia de fazer incursões em morros, e proibiu as desapropiações.
Resultado? Houve uma explosão das favelas e da criminalidade.
Quem vai "nos livrar da bondade dos bons", eu não sei. Sei que os cidadãos de bem (que não cometem crimes contra outrem) devem ser livres dos maus (criminosos, não importa a cor da pelé!), inclusive dos "coitadinhos' que andam esfaqueando as pessoas por aqui no Rio.
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Andre Pinheiro
Comentário ·
há 11 anos
Por que a Veja é tão imperativa, categórica?
Thiago Venco
·
há 11 anos
Eu já tinha lido o seu texto, de fato primoroso, uma excelente análise da estrutura linguística. A arquitetura de palavras é desconhecida do grande público, embora uma preocupação constante entre os intelectuais/filósofos gregos, mas esquecida e de pouco interesse para a população que apenas lê, sem ler as entrelinhas. Muitos desses escritores explodiram a linguagem para criar estados de atenção/tensão emocional nas pessoas, o que nos parece uma forma de metalinguagem muito poderosa. Os patrocinadores da revista visíveis e invisíveis, através de "payoffs" e não falo dos leitores, são os que dão o tom e o objetivo a ser seguido. Os ensandecidos consomem e retroalimentam essa máquina voraz, e as demais empresas oligárquicas de mídia reverberam de forma uníssona. O discurso bestial das igrejas não se comparam a media mass.
e para não estressar:
Dica de música : "paper lies" do Marillion e "revolution calling" do queensryche.
Dica de romance "O número zero" do Umberto Eco.
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